Obrigada.

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

GRIPE SUÍNA – PREVENÇÃO E TRATAMENTO COM HOMEOPATIA

GRIPE SUÍNA – PREVENÇÃO E TRATAMENTO COM HOMEOPATIA O que é a Gripe Suína?
É uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é diferente do H1N1 totalmente humano que circula nos últimos anos, por conter material genético dos vírus humanos, de aves e suínos, incluindo elementos de vírus suínos da Europa e da Ásia.

A Gripe Suína ou Influenza Suína é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de distribuição global e elevada transmissibilidade.

A influenza e suas complicações (principalmente as pneumonias) são responsáveis por um volume significativo de internações hospitalares no país.

Os sintomas são muito parecidos com a gripe comum, estão incluídos: febre alta febre superior a 39ºC, dor de cabeça intensa, cansaço, dores musculares e nas articulações, tosse, irritação nos olhos e via nasal e surgiram pessoas com vômitos e diarréias.

Até agora, sabe-se que a gripe suína se trata de uma doença respiratória que teve origem em porcos, a partir da combinação de material genético de diferentes vírus de gripe. 1) Quem está mais predisposto a gripe suína?

Todas as manifestações de resfriado, gripes estão ligadas ao miasma do Tuberculinismo.

Portanto as pessoas mais atingidas serão aquelas que possuem, hereditariamente, mais características físicas, emocionais e mentais deste miasma, ou seja, possuem uma predisposição genética, herdada dos antepassados, ligada a doenças respiratórias repetitivas, como alergias, pneumonias, tuberculose, câncer de pulmão. Também tem aquelas pessoas que, não necessariamente, possuem uma herança mais preponderante de Tuberculinismo, mas neste momento da sua vida estão lidando com situações de perda, de abandono, de não sentir-se amado, querido, desejado.

Também situações em que sofreram algum tipo de abalo emocional como perda do emprego, de dinheiro, de algo material querido, etc é do Tuberculinismo e poderá torná-lo mais suscetível. Tudo que diz respeito a sistema respiratório da pessoa ficará, energeticamente, vibrando neste padrão, o que causará o enfraquecimento do sistema imunológico (de defesa do organismo).

2) O tratamento homeopático contra a Gripe Suína é apenas preventivo, ou pode ser utilizado para combater os sintomas e promover a cura da doença?

Há contra-indicações? Deve-se tomar da forma recomendada, homeopatia não se toma indefinidamente. Além de preventiva, ela já ameniza os sintomas da doença nas primeiras horas e, o tempo de recuperação, dependerá de cada pessoa.

3) Para se obter os medicamentos, a pessoa deve apresentar prescrição-médica pelo homeopata, ou já existem algumas indicações já pré-estabelecidas de medicamentos homeopáticos que podem ser utilizados com segurança para tratar os sintomas e a doença?

Não são todas as farmácias homeopáticas que tem conhecimento dos remédios, mas estamos fazendo a distribuição de uma circular nas farmácias com a orientação de tratamento e no site WWW.homeopatias.com. Não há necessidade de prescrição médica, basta ter o conhecimento dos remédios certos e saber como usá-los.

4) É possível que a pessoa se torne imune ao vírus, se utilizar medicamentos homeopáticos?

Sim, a homeopatia é preventiva, se o organismo estiver fortalecido como um todo, não contrairá outros tipos de doenças também. Toda pessoa que estiver em tratamento homeopático ou que mantém um regime de vida mais equilibrado, sem vícios, boa alimentação, dorme satisfatoriamente, cuida do seu estado emocional, está com o seu sistema mais fortalecido. As mesmas homeopatias que prevenirão a Gripe Suína poderão ser utilizadas para prevenir manifestações do Tuberculinismo.

5) Poderia dar algumas dicas de prevenção homeopática para a Gripe Suína?

1 - Phosphorus CH5, Sulphur CH5 e Tuberculinum CH12, em frascos diferentes, alternados, 5 gotas, 2 vezes ao dia, na água, durante 15 dias.

2 - Calcarea Phosp. CH5, Pulmão CH7 e Eucalyptos glóbulos CH5, em frascos diferentes, alternados, 5 gotas, 2 vezes ao dia, na água, durante 15 dias.

6 ) E para quem já está com os sintomas?

Influenzinum CH12, Pulmão CH7, Allium sativum CH5, 5 gotas, 5 vezes ao dia, na água, nos 3 PRIMEIROS DIAS e depois 2 vezes ao dia por mais 15 dias.

Eliete M M Fagundes Professora de Homeopatia http://www.homeopatias.com/noticia_leitura.php?idnot=17

terça-feira, 10 de julho de 2012

Verão e a Homeopatia

O calor – e mudanças climáticas em geral – pode transformar o estado de saúde em estado de doença. 

O que a Homeopatia pode fazer contra essas intempéries patológicas? 
O Dr. Moises Chencinski traz mais luz às doenças de verão de acordo com a visão homeopática
Por Celso Arnaldo Araujo

Talvez a mais exuberante "vantagem competitiva" da Homeopatia em relação à medicina alopática é a relação de fidelidade que geralmente se estabelece entre paciente e médico – essa relação pode atravessar gerações, como atesta o Dr. Moises:

 "Sou pediatra por especialização, mas hoje atendo pais que tratei ainda crianças, agora através da homeopatia. Poucos médicos costumam acompanhar pacientes hoje adultos desde a primeira infância.

 Para os homeopatas, esse acompanhamento, ano após ano, permite antecipar situações de risco e tratá-las preventivamente – evitando-as ou minimizando suas consequências."

É o caso típico das "doenças de verão". Algumas pessoas têm uma psora, um terroir, uma predisposição constitucional, que favorece doenças associadas ao sol e ao calor. 

"Qualquer mudança climática pode transformar o estado de saúde em doença em algumas pessoas -- e não ter nenhuma repercussão em outras."

Entre os quadros mais comuns no verão estão as afecções da pele, começando pelas prosaicas, perfeitamente evitáveis mas ainda muito frequentes queimaduras solares da estação.

 Há algum remédio homeopático capaz de proteger a pele das queimaduras solares? 

Claro que não. "É preciso lembrar que a Homeopatia sozinha, em algumas situações, não dá conta de um atendimento completo, mas mesmo assim é quase sempre um ótimo auxiliar", diz Moises, que lembra a necessidade absoluta de protetor solar com um FPS mínimo de 15, já em crianças a partir de seis meses. 

Antes disso, nada de protetor solar. Nada de exposição direta ao sol, portanto.
E como usar o protetor?

"Meia hora antes e repetido a cada duas horas até sair da praia."

Quem?

"Qualquer pessoa que se exponha ao sol, incluindo pessoas de raça negra, que, ao contrário do que se possa pensar, não estão protegidas dos efeitos mais deletérios do sol – dos quais se destaca, por sua malignidade, o melanoma, cujo diagnóstico, nesse tipo de pele, pode ser mais difícil de fazer".

De modo geral, porém, a Homeopatia tem um arsenal de medicamentos que, sobretudo em pessoas com maior predisposição a lesões causadas pelo sol, podem tratar esse fator constitucional, preventivamente. Nesse caso, usam-se os remédios "de fundo".

 "O homeopata consegue mexer com o tipo de reatividade que o paciente geralmente apresenta em contato com o sol, através do tratamento do seu terreno. 

O mais importante é chegar à estação preparado. Se você já vem sendo acompanhado pelo homeopata, ele pode reduzir a intensidade das agressões".

Já no tratamento de lesões já estabelecidas, os medicamentos são outros, mais específicos. 

Exemplos?
*Queimadura pela interação, na pele, de limão ou outra fruta cítrica, e até perfumes cítricos, com radiação solar , a chamada fitofotodermatose.

 *Micoses, dermatites por umidade. Esses quadros podem ser tratados por medicamentos como:

- Apis mellifica, 
Arsenicum album, 
Cantharis vesicatoria e outras substâncias que têm um tropismo maior pela pele e pela ação do sol na sua patogenesia .

Conselho útil: a pele tem uma camada protetora natural de gordura, o que contraindica mais de dois banhos ao dia, sobretudo em crianças, mesmo no verão.

Problemas digestivos: verão é alta temporada de diarreia, vômito e desidratação, normalmente provocados por alimentos sem conservação adequada.

 Há também um grupamento de medicamentos muito interessantes para essa condição :
– Arsenicum album, 
Antimonium crudum,
 Nux vomica, 
Ipeca, 
Podophyllum peltatum e
 China officinalis.

Nos Estados Unidos, aliás, quase todas as famílias têm em casa:
 um vidrinho de xarope de Ipeca vomitivo não-homeopático, para dar a uma criança que engoliu algo que não devia. Se a Ipeca provoca o vômito, pode também curar o vômito, pelos dogmas homeopáticos.

Picadas de inseto Insetos picam em áreas expostas. Picadas em humanos são portanto muito mais comuns no verão. E esse ataque pode produzir três tipos de reação: uma pequena lesão local, alergia regional à picada e alergia sistêmica ou generalizada à picada, com quadros importantes de urticária, para os quais a Homeopatia tem medicamentos eficientes, tanto na prevenção como na terapêutica. Pacientes contumazes de médicos homeopatas, que têm maior sensibilidade a picadas de inseto, geralmente dão uma passada no consultório, antes das férias na praia ou no campo, para renovar sua prescrição preventiva e curativa.

"É sempre possível tratar homeopaticamente esse paciente mais sensível para que, na próxima picada, ele esteja parcialmente dessensibilizado. 

A Homeopatia pode mudar sua reatividade ao estímulo da picada, em termos de intensidade, duração e alastramento. Pacientes altamente sensíveis ao ferrão de insetos deixam de ir ao pronto-socorro depois de uma picada, limitando-se ao uso de uma pomadinha local – que pode ser um Apis mellifica ou um Ledum, ou pela tomada de medicamentos como, entre outros: 
 Apis mellifica,
 Formica rufa,
 Histaminum."

FRIO OU CALOR? O QUE MEXE MAIS CONOSCO
Metabolismos variam de pessoa a pessoa – aliás, essa é uma das bases da Homeopatia, a medicina personalizada. 

Há pessoas que se sentem mal no calor, outras não suportam o frio. Há metabolismos que funcionam melhor no frio ou calor ou mais de noite do que de dia. "Esses dados o homeopata valoriza. Isso pode ser o diferencial entre um medicamento e outro. É uma questão de coeficiente de energia. A criança precisa de muita energia para crescer e combater infecções. O adulto jovem só usa energia canalizada para manter calor. Por isso, uma criança pode morrer de frio com 15 graus de temperatura, bem como um idoso. O coeficiente de energia muda com a idade".
O frio, ao produzir quadros respiratórios potencialmente graves, é um elemento mais patogênico – e, diga-se de passagem, alergias do aparelho respiratório são possivelmente a maior causa para a busca de uma consulta homepatica.

MITOS DO FRIO
Nossas avós costumavam nos alertar para o terrível "vento encanado", que podia matar num golpe de ar. Nesse mito está certamente envolvido um componente afetivo – o amor que protege exageradamente. Mas o Dr. Moises observa que há pelo menos uma situação em que um "golpe de ar" pode fazer estragos.
"Há uma doença, a paralisia a frigori, que afeta nervos faciais e podem entortar a boca, que ocorre de repente, sobretudo em crianças que acabaram de jogar futebol ou fazer algum exercício sob o sol, entram no carro e abrem a janela, põem o rosto para fora e tomam vento frio no rosto. O mesmo pode acontecer com uma lufada de ar-condicionado. O choque térmico é inevitável – e pode atingir o nervo facial com mais intensidade, exigindo, no tratamento, até algumas sessões de fisioterapia."

E, segundo Moises, há um grupo de medicamentos homeopáticos que podem tratar com eficiência esse tipo de quadro: 
Aconitum napellus, 
Causticum, 
Gelsemium sempervirens, remédios indicados tanto em quadros de exposição aguda ao frio, como no caso dessas paralisias "térmicas" em ambiente pequeno e fechado. Em ambiente com ar-condicionado, convém umidificar o local. O ressecamento costuma produzir quadros respiratórios em quem tem essa predisposição.
Farmacinha básica de férias

Cada médico homeopata tem seu medicamento de preferência, cada paciente tem medicamentos mais adequados à sua constituição pessoal. Uma consulta, tetê à tetê, é sempre indispensável para o êxito do tratamento homeopático. Mas os homeopatas admitem que o paciente possa levar para as férias um kit básico, porque a maioria das pessoas vai para localidades que não têm uma farmácia homeopática – com a ressalva de que, antes de tomar, ligue para seu médico homeopata, que não está de férias ou as interromperá por sua causa...
O que pode ser levado: um protetor solar com FPS de 15 pra cima. Pomadas:
 Apis 
 Ledum. 

Medicação: 
Arsenicum album, 
Cantharis vesicatoria, 
Antimonium crudum, 
Ipeca, 
Podophyllum, para as situações específicas do verão citadas nesta reportagem.

Atenção: uma urticária gigante, sem resposta ao medicamento em meia hora, é caso de pronto atendimento. Vá procurar um serviço médico. Uma urticária pode evoluir para um edema de glote, com risco de morte. Mas são casos excepcionais. Como regra geral, relaxe e aproveite as férias, homeopaticamente protegido Parte do texto extraído da Fontehttp://www.doutormoises.com.br




























Como lidar com a febre sem radicalismos

Como lidar com a febre sem radicalismos

Em geral se acha que a febre é uma coisa ruim e precisa ser eliminada rapidamente. Porém a febre é uma defesa do organismo, nenhum vírus ou bactéria sobrevive muito tempo a uma temperatura maior que 37 graus, e é por isto mesmo que nosso organismo sabiamente lança mão desta defesa.

Em homeopatia o que fazemos ao medicar é estimular o próprio organismo a reagir. Se a febre é uma reação de defesa do organismo não devemos tirá-la. Mas podemos e devemos deixá-la num nível que também não prejudique o organismo. Uma temperatura entre 37 e 38, 5 graus o organismo suporta bem e a defesa se faz. Aumentando mais do que 38,5 podemos recorrer as compressas frias e banhos, estes em geral são capazes de reduzir até 1 grau a febre.

E a febre alta que chega a 40 graus ou até mesmo ultrapassa, o que fazer? Em homeopatia temos bons remédios para febre, podemos escolher um deles, sempre seguindo a lei do semelhante .

O medicamento homeopático não cessa a febre rapidamente como faz um antitérmico, ele a reduz e a mantém em níveis aceitáveis para o organismo.

Em geral, lanço mão de um dos medicamentos específicos para febre , junto com a medicação de fundo. E as vezes lanço mão até mesmo dos anti térmicos, principalmente quando é de noite. Por que as vezes a febre impede o descanso e o descanso também é necessário para o combate a doença.

Não acredito que os antitérmicos suprimam nada além do que a febre , e acredito que em alguns momentos a supressão desta febre pode ser benéfica.

Já fui muito radical, de não tirar a febre nunca , de jeito nenhum, hoje sou mais flexível e vejo que assim é bem melhor, não vi prejuízo em ser mais flexível, pelo contrário vi mais benefícios.

Portanto temos que ter em mente que a febre é uma coisa boa e não ruim.

Mas que podemos suprimi-la em alguns momentos quando esta alta demais, sem com isto atrapalhar o organismo em sua luta contra a doença, sem com isto atrapalhar a cura.Fonte: http://euamohomeopatia.blogspot.com.br-Elizabeth Caralho-Médica homeopata e fitoterapeuta.

domingo, 8 de julho de 2012

Cura pelo Pimentão

Os pimentões são originários da América Latina. Cristóvão Colombo descobriu os pimentões em sua primeira viagem ao Novo Mundo (1493). Ele gostou tanto destes vegetais que os levou de volta à Europa para cultivá-los.

Todos os pimentões são inicialmente verdes. Quando deixados no caule, eles amadurecem e se tornam primeiramente vermelhos e depois amarelos. É por isso que os pimentões vermelhos e amarelos são mais doces e também mais caros que os verdes. Os pimentões verdes possuem o dobro da quantidade de vitamina C das laranjas, enquanto os pimentões vermelhos e amarelos contêm até 4 vezes mais.

O mesmo acontece com a quantidade de beta-caroteno, pois os pimentões verdes possuem uma quantidade elevada da substância, enquanto os vermelhos contêm até 10 vezes mais. Portanto, eles têm um papel importante na lista dos alimentos que ajudam na prevenção do câncer e que agem como antioxidantes.

Todos os pimentões possuem uma grande quantidade de folato, um tipo de vitamina B responsável pela produção e manutenção das células novas e também das células vermelhas do sangue.

O folato também impede certas transformações no DNA que podem levar ao câncer. Os pimentões também possuem uma alta concentração de bioflavonóides, que são componentes das plantas que agem como antioxidantes e pigmentos. Estudos mostraram que os bioflavonóides protegem a vitamina C de uma possível oxidação no sangue, o que permite que o corpo seja beneficiado por uma ação mais ampla da vitamina.

Devido às suas propriedades antialérgicas, antiinflamatórias, anti-bactericidas, anti-virais e anti-oxidantes, os bioflavonóides possuem muitos outros benefícios para a saúde humana.

Estudos conduzidos mundialmente concluíram que as dietas ricas em bioflavonóides diminuem a possibilidade de se contrair inúmeras doenças. Os pimentões vermelhos também possuem capsaicina, uma substância que leva o cérebro a liberar P, que age como um mensageiro ao sistema nervoso para aliviar a dor.

Os pimentões também são conhecidos por melhorarem o sistema respiratório. A capsaicina também ajuda os pulmões a funcionarem mais efetivamente, e conseqüentemente os pimentões podem ajudar os asmáticos a respirarem melhor.

Todos os pimentões também contêm luteína e zeaxanthina, que ajudam a prevenir certas doenças oculares causadas durante a velhice.

A CURA PELO ALHO 1)Prisão de ventre
Pessoas que tendem a sofrer de prisão de ventre podem encontrar alívio no uso regular de quantidades moderadas de alho misturado com cebola e leite ou iogurte.

O allicin entra no intestino grosso juntamente com outras substâncias indigestas e, lá, é decomposto pela ação de bactérias.

O allicin estimula o movimento peristáltico das paredes intestinais e provoca os movimentos internos necessários.

As pessoas que sofrem de prisão de ventre crônica precisam, às vezes, de maiores quantidades de alho, mas devem prevenir-se contra a reação das pessoas ao seu cheiro forte.

O uso do alho pode, às vezes, causar diarréia. É uma reação temporária, resultante de seu uso excessivo.

Regulada a quantidade do consumo do alho, os intestinos voltarão ao normal. O alho pode agir mais rápida e eficientemente se comido com sínfito, couve e outras verduras.

2) Alívo de distúrbios da Menopausa

O consumo regular de alho com outros alimentos naturais complementares - especialmente verduras - pode conservar o organismo equilibrado durante o penoso e freqüentemente doloroso período da menopausa, que afeta mulheres e, de modo mais suave, homens de meia-idade.

A terapia regular do alho ajudará o organismo a combater sintomas como leucorréia, artritismo, obesidade causada por desequilíbrio hormonal, coceira da pele, nariz entupido, urina anormalmente freqüente, distúrbios vasculares, ondas de calor no rosto, palpitações cardíacas, calafrios nas cadeiras e pernas, distúrbios sensórios e mentais, enxaquecas, náuseas, tonteiras, depressões, fobias e muitas outras características da menopausa.

3) Hemorróidas

Casos sérios de hemorróidas cecais e fístulas anais requerem cirurgia; mas existe uma terapia com loção de alho que pode curar casos menos graves de hemorróidas, uma espécie de câncer das mucosas do ânus. Após lavar a região anal com água morna e sabão neutro, aplica-se de três a cinco vezes, o suco de alho ou alho socado, embebido em algodão absorvente.

Se isso for difícil, prepara-se um banho de assento com água morna e o suco de dois ou três dentes de alho, e deixe ficar por alguns minutos.

O allicin desinfeta a região anal e estimula a circulação sangüínea, aliviando a dor e aos poucos curando o paciente.

Quem tiver hemorróidas deve evitar comidas muito condimentadas, que prejudica o tratamento; deve manter a região anal bem limpa, e insistir na loção de alho ou no banho de assento até que se cure.

Texto extraído do livro

"A Cura Pelo Alho" http://www.velhosamigos.com.br

Beneficios do Alho

Allium sativum é a sua designação em Latim e referimo-nos ao alho comum. Regra geral quase todos nós utilizamos os dentes de alho na nossa alimentação como tempero, a verdade é que ele tem mais propriedades agradáveis além do paladar.
Muito utilizado, desde a antiguidade, os estudos têm vindo a comprovar a sua real eficácia. Outrora as pessoas comiam ou engoliam dentes de alho, hoje já não é necessário – um dos benefícios da actualidade as cápsulas! – vieram evitar esse desconforto, mas sobretudo vieram aumentar a quantidade de óleo concentrado responsável pelos efeitos benéficos.

O Alho tem várias aplicações… e não só para afastar vampiros e criaturas dessas, mas sobretudo outros ” montros” mais reais! As bactérias, vermes, parasitas… Estes não atacam em noite de lua cheia mas também nos “sugam”

As aplicações do alho regra geral são as seguintes:

Antibiótica, Anti-inflamatória, Anti-microbiana Anti-asmática

Anti-oxidante, Anti-cancerígeno, Protector cardiovascular

As patologias ou sintomas a serem tratados pelo alho são muito vastos, mas pode-se resumir a sua eficiência em:

Distúrbios gastrointestinais, colesterol elevado, tensão arterial elevada, asma, bronquite, gripe, dores de dentes e mais recentemente os estudos comprovam a sua eficácia em cancro da mama e próstata.

O Alho deve ser consumido cru, pois após ser aquecido ou transformado, perde ou transforma as suas propriedades benéficas. No caso das cápsulas, estamos a falar de extratos prensados a frio, macerações ou ainda alho envelhecido, que tem vindo a ser provado a sua eficácia e a ultrapassar as outras apresentações devido ao aumento da concentração das substâncias activas.

A nossa recomendação vai para 500 a 1000mg de óleo Alho por dia, como efeito protector ou 1 a 2 dentes crus e frescos por dia.

O seu uso excessivo ou em dosagens elevadas pode causar má digestão e irritabilidade da mucosa gástrica. Deve ser evitado se estiver a tomar drogas sintéticas, pode haver o risco de potenciar algumas. Suspender nos casos: se já teve algum sintoma alérgico após a sua ingestão, em grávidas, lactentes e crianças até quatro anos e em pré e pós operatótio pois tem efeito anti-plaquetário.

Irina SilvaFontehttp://sounatural.com

Mas não faz falta a proteína

Mas não faz falta a proteína? É a pergunta que muitas pessoas fazem para o doutor quando se fala em redução do consumo de carne. Na escola, a gente aprende que a carne e o leite são as fontes de proteínas da alimentação humana. Que esse elemento fundamental que forma nossos tecidos, a proteína, só pode ser suprido em nosso corpo comendo carne, leite e ovos.

Mentira que muita gente se esquece de questionar. Nunca vi um exame de quem não consome carne e leite que apontasse carência de proteína. Aliás, o problema é justamente o oposto: o excesso de proteína dos que consomem carne e laticínios demais. Isso sobrecarrega o fígado e os rins. E, pasmem, contribui para gastar o cálcio do corpo. Daí se conclui que a osteoporose, essa doença que causa medo aos idosos, não seria pura e simplesmente a falta de cálcio no corpo. Cálcio temos de sobra nas saladas, no gergelim, nos grãos. Não precisa de leite e queijo pra suprir o cálcio que o corpo necessita. O problema é outro: excesso de consumo de proteínas, que causa descalcificação.

Outro vilão dos intestinos e da intoxicação no corpo: os alimentos refinados. Açucar, farinha de trigo, arroz e até o sal que consumimos no modelo alimentar que domina atualmente: alimentos que passam por processos de refinamento. Isso significa que a parte mais rica em nutrientes e fibras do trigo, do açúcar, do arroz e do sal são removidas. Muitas vezes há também um processo de branqueamento com produtos químicos. E o que sobra é um alimento pobre em nutrientes. O açúcar mascavo ganha muito do açúcar cristal em vitamina C. O sal marinho é cheio de minerais esssnciais que o sal refinado não tem. A farinha de trigo integral e o gérmen de trigo são ricos em zinco, elemento cuja falta causa queda de cabelo, apatia e impotência e manchas brancas nas unhas. A farinha de trigo refinada não tem zinco; só carboidrato e de, tão descascada que é, sobra só uma goma que cola nas paredes do intestino e causa constipação.

Refinados, excesso de carne, queijo e leite... Coisas do modelo de alimentação adotado num sistema capitalista. Por causa desse modelo, é preciso produzir em larga escala para abastecer uma população essencialmente urbana, que não sabe produzir o que precisa pra viver. Por causa desse modelo, é preciso transformar a produção em algo enorme, de grande escala, distante da realidade local.

Segundo os especialistas em soberania e segurança alimentar, é cada vez mais importante subverter essa ordem: consumir alimentos locais, participar de redes de trocas, dar preferência ao alimento fresco, que vem próximo de onde se mora.

Ao lado, os vegetais que, de um modo geral, contêm algumas proteínas. A única diferença é que na carne as proteínas são completas, isto é, com todos os aminoácidos essenciais. Com os vegetais é necessário variar mais a alimentação para conseguir absorver todos os aminoácidos necessários. Use: castanha-do-pará, semente de girassol, gergelim (tahina), quinoa, gérmen de trigo, alfafa, frutos secos em geral (avelãs, amêndoas, nozes), as leguminosas (feijões, lentilhas, ervilha, grão-de-bico), cereais, sobretudo integrais, como aveia, trigo, arroz, cevada e centeio.

A Fundação Soleil reúne um conjunto de especialistas que ousam afirmar verdades que a indústria não deixa divulgar. Abaixo, um excerto do livro "Você sabe se alimentar?" que expõe algumas polêmicas (e que foi a base para escrever esse post):

"PROTEÍNAS

As proteínas são elementos nutritivos usados para o crescimento e restauração das células do corpo. Elas são formadas por aminoácidos. Há 12 aminoácidos que nós mesmos sintetizamos em nosso organismo. Oito aminoácidos, chamados essenciais, temos que receber através da alimentação.

Encontramos proteínas tanto no reino vegetal quanto no reino animal. As proteínas encontradas nas plantas têm a mesma qualidade nutritiva que as de origem animal. Todos os alimentos de origem vegetal, quando não refinados, contém os 8 aminoácidos essenciais - na maioria das vezes, mais do que o dobro na necessidade calculada para crianças e adultos. Os alimentos naturais contêm todos os aminoácidos necessários para a saúde. Se comemos alimentos vegetais variados e não refinados, não temos falta de proteínas.

O período de vida em que mais precisamos de proteínas é na infância, quando estamos crescendo. O alimento ideal para o bebê é, sem dúvida, o leite materno - rico em proteínas. Encontramos 8% de proteínas no arroz, 11% nas batatas e 28% no feijão. É quase impossível encontrar um caso de deficiência de proteínas em nossa sociedade ocidental. Pelo contrário, é extremamente freqüente encontrar vítimas do consumo excessivo de proteínas (os americanos consomem 6 a 8 vezes mais proteínas do que necessitam).

As proteínas em excesso não são armazenadas pelo corpo: sua eliminação constitui uma sobrecarga de trabalho para o fígado e os rins, deixando-os esgotados. Para eliminar as proteínas, os rins têm que usar grande quantidade de cálcio. Isso provoca perda de cálcio ósseo e, como conseqüência, a osteoporose e grande concentração de cálcio na urina. Daí a formação de cálculos renais. São principalmente as proteínas de origem animal que criam esses problemas.

Utilizando produtos animais como fonte de proteínas também absorvemos grande quantidade de gorduras e colesterol. Além disso, os produtos animais são deficientes em fibras e, freqüentemente, estão contaminados por vírus, bacterias e produtos químicos. Os alimentos de origem vegetal são pobres em colesterol e gorduras, mas ricos em fibras. Constituem, portanto, a melhor fonte de proteínas para a alimentação humana.

Acreditar que é preciso consumir leite e queijo para obter cálcio suficiente é um mito que provoca doenças. A alimentação simples dos chineses e japoneses, à base de arroz e vegetais, contém cálcio suficiente para permitir a milhões de asiáticos viverem bem - sem nunca beber leite nem ingerir tabletes de cálcio comprados na farmácia! É essencial compreender que a carência de cálcio dos ocidentais não é provocada por falta de cálcio nos alimentos mas pelo excesso de proteínas, que conduz a perda de cálcio ósseo. O estudo cuidadoso da literatura científica mostra que as deficiências de cálcio no ser humano nunca são provocadas por falta de cálcio na alimentação. Há cálcio suficiente nas plantas para permitir que cavalos, elefantes, hipopótamos e girafas desenvolvam seus enormes esqueletos!

A quantidade de cálcio absorvida pelo intestino é determinada pela necessidade de cálcio do corpo - as células intestinais só absorvem o que é exigido pelo organismo. Se todo cálcio contido nos alimentos fosse absorvido pelas células intestinais, teríamos uma sobrecarga de cálcio. Por isso, não faz sentido dar cálcio em comprimidos para uma pessoa que apresenta sinais de carência de cálcio, como osteoporose.

A indústria do leite procura fazer crer que a osteoporose ocorre quando as pessoas consomem pouco leite de vaca. Entretanto, a osteoporose é uma doença encontrada principalmente nos países que consomem muitos laticínios: Estados Unidos, Inglaterra, Finlândia e Suécia. É extremamente rara nos países em que quase não há consumo de laticínios, como na maior parte da Ásia e da África. Nos Estados Unidos, país com maior consumo de proteínas animais do mundo, encontramos o índice mais elevado de fraturas de colo do fêmur; nos países africanos, as fraturas de colo do fêmur são praticamente desconhecidas. Os esquimós, que têm uma alimentação muito rica em proteínas animais, têm também um índice muito elevado de osteoporose.

É preciso diminuir o consumo de proteínas na alimentação para reestabelecer o equilíbrio do cálcio, isto é, não perder mais do que absorvemos. Pessoas com tendência à osteoporose deveriam, pois, abster-se de proteínas animais e comer apenas proteínas de origem vegetal. " (Fonte: Dr. Soleil, Você sabe se alimentar?)

E agora um trecho de artigo do Dr. Aureo Augusto, copiado de seu blog

http://aureoaugusto.blogspot.com :

"...olvidou-se que na realidade o leite pode ser uma armadilha. Há algum tempo li na revista da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) um artigo (infelizmente perdi o nome do autor) uma pesquisa mostrando a grande incidência no Brasil de intolerância à lactose. Esta substância é um dissacárido, ou seja, um açúcar formado por dois açúcares simples (glicose e galactose). Para que possa ser absorvido pelo organismo deverá sofrer uma quebra e os açúcares simples são então captados pelas células do intestino delgado (no jejuno-íleo) e passam para o sangue. Apenas 10% dos brasileiros adultos têm a enzima capaz de quebrar a lactose. Isto faz com que ela não seja absorvida e chega inteira ao intestino grosso, alimentando bactérias aí existentes e alterando o equilíbrio osmótico provocando o surgimento de gases e irritação das paredes intestinais. Em alguns o quadro é bem sério e pode levar à hospitalização, mas na maioria das pessoas o problema segue surdamente e o prejuízo não é notado, mas mina a saúde. Em alguns países africanos a situação é mais séria, pois 99% das pessoas não toleram o leite. Na África, salvo engano, apenas os Masai (salvo engano) apresentam um quadro genético que lhes garante a tolerância à lactose e, portanto, podem consumir leite. Já os povos nórdicos, como os escandinavos, holandeses, ingleses etc. apresentam um quadro de apenas 10% de intolerância.

Vale observar que o leite tem outros aspectos que o tornam pouco recomendado. Por ser bastante alcalino estimula a produção de ácidos no estômago o que o torna inadequado para portadores de gastrites ou úlceras. Também alcaliniza o intestino grosso, órgão que para funcionar bem tem que ser um pouco ácido, daí o leite contribui para a obstipação (prisão de ventre), causa ou fator coadjuvante em graves problemas de saúde . No leite temos duas proteínas importantes, a caseína e a lactoalbumina. O leite de vaca tem uma proporção muito maior da primeira (ao contrário do leite materno onde a lactoalbumina predomina). A caseína quando se coagula (em presença do ácido do estômago) o faz em grumos grandes e grosseiros o que dificulta sua digestão, este é um dos motivos pelos quais as crianças não devem tomar leite de vaca. Mais recentemente o Dr. Raphaël Nogier, publicou suas pesquisas relacionando o consumo de leite e laticínios com enfermidades da mulher, tais como corrimentos vaginais e tumores das mamas . O livro que traz farto material merece ser lido cuidadosa e criticamente. Representa um importante alerta contra o consumo indiscriminado de leite e derivados. Aliás, reforça as conclusões de um brasileiro, o Dr. Raul Barcellos . Os autores trazem diversas informações sobre o como o alimento, graças a sua fórmula de carboidratos, gorduras, proteínas e açúcares, acaba por nos prejudicar mais do que trazer benefícios.

Apesar disso, sabemos que alguns povos que tinham o iogurte como forte componente da dieta apresentavam grande longevidade e saúde, destacando-se os Hunzas dos Himalaias e os georgianos do Cáucaso. O abandono da dieta tradicional (por influência dos povos europeus), com muitos legumes, frutas e iogurte fez com que a saúde destes povos se reduzisse. A realidade é que o iogurte, ou a coalhada, são bem melhores do que o leite, pois estes são ácidos e estimulam o intestino grosso, corrigindo a prisão de ventre, ademais o cálcio só é bem absorvido em meio ácido, donde no leite in natura a absorção deste mineral é diminuída. A caseína é quebrada em parte pelas bactérias que, além disso, faz por nós o trabalho de reduzir a lactose a suas partes absorvíveis, o que é uma solução para quem tem intolerância à lactose. Mesmo assim, pesquisadores como Barcellos e Nogier fazem restrição ao uso da coalhada e do iogurte.

Penso que isso pode ocorrer, no todo ou em parte, por algo que o Dr. Servan-Schreiber nos traz no seu maravilhoso livro, Anticâncer . Ele nos alerta para o fato de que o exponencial aumento do câncer de mama e também das demais formas de câncer aconteceram após o boom de alimentos depois da Segunda Guerra Mundial, quando o consumo de leite e derivados aumentou muito, mas também aumentou o consumo de carnes, e de produtos industrializados, refinados etc. Observa que o gado passou a alimentar-se artificialmente, usando ração rica em ômega 6, um ácido graxo importante para o nosso organismo, porém capaz de estimular as inflamações em geral (que por sua vez têm seu papel na gênese do câncer). Leite de vacas que comem capim tem muito mais ômega 3 do que ômega 6. Isso acontece com a carne de boi ou de frangos e com os ovos de galinha. Cumpre atentar para estes dados antes de condenar completamente os laticínios ao ostracismo. Atualmente na França alguns criadores estão incluindo na dieta de galinhas, frangos e do gado leiteiro ou de corte, porções de sementes de linhaça; isso tem aumentado o teor de ômega 3, tornando-os mais saudáveis para consumo humano." (Fonte: Dr. Aureo

Augusto)Fonte:http://colunameioambiente.blogspot.com.br